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domingo, 16 de abril de 2017

Dia Mundial da Voz: dicas para manter a saúde vocal

Imirante.com

Selecionamos algumas dicas essenciais para manter a sua saúde vocal.
Dia Mundial da Voz: dicas para manter a saúde vocal
Reprodução /Internet
SÃO LUÍS - Visando alertar a população sobre a importância da voz e dos cuidados necessários para a sua preservação, no dia 16 de abril comemora-se o Dia Mundial da Voz. Produzida com o uso das cordas vocais, a voz é imprescindível na comunicação humana e, dessa forma, deve estar sempre saudável e bem cuidada. Selecionamos algumas dicas essenciais para manter a sua saúde vocal.
As normas de higiene vocal devem ser seguidas por todos, particularmente por aqueles que utilizam mais da voz ou que apresentam tendência a alterações vocais. Ingerir pouca água, consumir alimentos que contenham cafeína e gritar sem apoio respiratório são alguns fatores que afetam a saúde vocal.
Dessa forma, evite ingerir alimentos pesados, gordurosos ou muito condimentados; rir alto ou falar muito, principalmente em ambientes ruidosos e abertos; tossir ou pigarrear excessivamente; consumir álcool, cigarro ou qualquer outra droga; fazer uso de spray ou pastilhas para aliviar a dor na garganta; fazer uso de medicação sem prescrição médica.
Consequências dos abusos vocais
Dentre as alterações orgânicas observadas com mais frequência em pessoas que utilizam a voz em excesso, são encontrados nódulos vocais (nodulações semelhantes a calos) e edemas (inchaço das pregas vocais).
Quem pode tratar os problemas na voz
O fonoaudiólogo é o responsável pelo diagnóstico de possíveis problemas vocais. A partir do diagnóstico, se necessário, o fonoaudiólogo atuará juntamente com o otorrinolaringologista na correção de possíveis problemas.
Como evitar problemas na voz
Beba muita água (7 a 8 copos por dia), pois a lubrificação das pregas vocais permite que elas vibrem livremente;
Não fume. O cigarro provoca tosse, pigarro, aumento de secreção e infecções, que agridem as pregas vocais;
Não ingira bebidas alcoólicas, pois, assim como o fumo, elas agridem as pregas vocais, sobretudo as destiladas, como: cachaça, conhaque e vodca;
Evite hábitos orais inadequados: gritar, pigarrear, tossir constantemente, rir ou falar alto, para não irritar as pregas vocais;
Não sussurre, pois o esforço ao aparelho fonador para sussurrar é maior e mais desgastante do que para se falar normalmente;
Ambientes com ar-condicionado devem ser evitados, pois o aparelho causa ressecamento ao trato vocal;
Evite o uso de roupas apertadas que atrapalham a respiração, pois uma alteração na respiração leva a uma alteração vocal.
Outras dicas para melhoria da saúde vocal
Prefira uma alimentação leve e rica em fibras;
Falar seguidamente durante muito tempo pode levar a um cansaço muscular. Dessa forma, alterne períodos de fala com outras atividades;
Reduza o consumo de leite e seus derivados, pois eles tornam mais pesados a saliva e os líquidos que lubrificam as pregas vocais;
Lembre-se que essas dicas são preventivas. Caso você apresente rouquidão, soprosidade ou perda de voz há mais de duas semanas, procure um fonoaudiólogo para uma avaliação e orientação.

sábado, 15 de abril de 2017

Mensagem de Pascoa de Olívia Caldas e família aos brejenses

A fé na ressurreição nos conduz ao sepultamento diário de tudo o que nos priva de ser quem podemos ser.
O que agrada a Deus é ver-nos vivendo no eixo de nossa verdade pessoal.
Que tenhamos todo uma Páscoa frutuosa! Que a mística do Ressuscitado se entenda pelos nossos dias. 


Mensagem de Páscoa do Vereador Zé Carlos de Brejo.

Que a Ressurreição do Senhor Jesus, fonte de fé, Vida, Paz e Amor, renove a Esperança que a cada dia Deus faz brotar do nosso coração. Feliz Páscoa! São os mais sinceros votos do  amigo, Vereador Zé Carlos.

Mensagem do Médico Dr° Omar aos brejenses

Dr° Omar e família deseja aos seus conterrâneos e amigos uma feliz Páscoa!

Mensagem da Prefeita de Anapurus Vanderly.


sábado, 8 de abril de 2017

Mercosul e Aliança do Pacífico querem ampliar comércio na América do Sul

Monica Yanakiew / Agência Brasil

Tanto o Mercosul, quanto a Aliança do Pacifico concordaram que o volume de comércio entre os oito países é baixo.
Entra as medidas estão a redução de barreiras não tarifárias e facilitação no comércio de bens e serviços.
Entra as medidas estão a redução de barreiras não tarifárias e facilitação no comércio de bens e serviços. - Divulgação
BRASIL - Uma iniciativa frustrada em 2014 ganhou ímpeto nesta sexta-feira (7): dois blocos regionais, o Mercosul e a Aliança do Pacifico, decidiram unir esforços para ampliar o comércio na América do Sul e conquistar novos mercados. A decisão foi tomada numa reunião, em Buenos Aires, entre os ministros das Relações Exteriores e da Indústria e Comércio do Brasil e de mais sete países.
O encontro ocorreu no momento em que Buenos Aires foi sede do Fórum Econômico Mundial da América Latina e em que o governo argentino ocupa a presidência rotativa do Mercosul. Estavam presentes os ministros dos quatro países fundadores (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e dos quatro membros da Aliança do Pacifico (Chile, Colômbia, México e Peru).
“Estamos avançando na integração, num momento em que reina a incerteza em nível internacional e se observam pressões protecionistas, nacionalistas e inclusive xenófobas”, disse em entrevista coletiva o chanceler chileno, Heraldo Muñoz, referindo-se a decisão dos Estados Unidos de rever acordos de integração e a força conquistada, nos últimos tempos, por partidos nacionalistas de direita na Europa.
No documento divulgado no final da reunião, os oito países se comprometeram a avançar em determinadas áreas, antes de discutir a redução de tarifas: cadeias regionais de valor, cooperação alfandegária, promoção de pequenas e médias empresas, redução de barreiras não tarifárias e facilitação no comércio de bens e serviços.
Tanto o Mercosul, quanto a Aliança do Pacifico concordaram que o volume de comércio entre os oito países é baixo, comparado com outras regiões, e que existe um potencial para crescer sem ter que depender da exportação de commodities (mercadorias em estado bruto ou produtos primários comercializados internacionalmente, como café, algodão, soja, boi gordo, minério de ferro e cobre), cujos preços no mercado internacional baixaram depois de uma década em alta. “O comércio intra-regional na União Europeia chega a 69%; na Ásia chega a 55% e aqui na América Latina a apenas 18%”, disse Muñoz.
O especialista em comércio internacional, Marcelo Elizondo, disse em entrevista à Agência Brasil, que o passo dado nesta sexta-feira para integrar os dois blocos regionais só foi possível por causa de uma mudança política dentro do Mercosul. “Houve uma mudança política profunda com os novos presidentes. Mauricio Macri, na Argentina, é muito mais internacionalista que sua antecessora, Cristina Kirchner. E Michel Temer, no Brasil, assim como Tabaré Vasquez, no Uruguai, também querem internacionalizar o Mercosul”, disse. “A suspensão da Venezuela, último país a aderir ao Mercosul, também ajudou. O governo venezuelano tem uma visão diferente dos governos dos outros quatro membros”. Segundo Elizondo, o Mercosul foi pensado “há 25 anos para aumentar o comércio entre seus membros”, mas que, para sobreviver, precisa se abrir a novos mercados.
Síria
Os chanceleres dos oito países que participaram da reunião discutiram o bombardeio norte-americano à Síria, apos a constatação de que o regime de Bashar Al Assad tinha usado armas químicas contra a população civil, matando mais de 80 pessoas no início da semana. Sete países (com exceção do Brasil, que emitiu seu próprio documento) assinaram um comunicado conjunto condenando os crimes de lesa-humanidade e afirmando que “as ações para prevenir essas atrocidades devem ser respaldadas pela comunidade internacional, de acordo com as normas do direito internacional e os princípios da carta das Nações Unidas”.
Na entrevista coletiva, Malcorra explicou que o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, “pediu mais tempo para fazer consultas” e portanto não assinou o documento. O ministro brasileiro falou à imprensa mais tarde e disse que o Itamaraty já havia se manifestado sobre o assunto, declarando que o Brasil “condena o uso unilateral da forca, sem a autorização das Nações Unidas”.