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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Parceria em prol dos anapuruenses: Prefeita de Anapurus participa de café da manhã especial com gerente do Banco do Brasil de Chapadinha.

Na manhã de hoje, Terça Feira 10 de Janeiro, a Prefeita Municipal de Anapurus, Professora Vanderly,  participou de um café da manhã especial com o Gerente do Banco do Brasil de Chapadinha.
Na oportunidde foram tratados assuntos de interesses dos anapuruenses.
A Parceria fechada  com o Banco do Brasil, vai proporcionar melhorias no atendimento dos nossos funcionários e toda a  população de Anapurus. Em breve os funcionários terão oportunidade de retornar suas linhas de créditos e caixas. A Prefeita tambem solicitou a instalação de uma agência em nossa cidade, pedido que será  atendido em breve.
Estiveram presentes.
Doutora Carol.
Ilcinha Monteles.
Ivanildo Monteles.
Dentre outros.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Bacabal em pânico: Viatura da PM explodida e agência do BB

Bandidos tocaram terror em Bacabal desde às 21h30 de hoje. Bandidos fortemente armados chegaram na periferia da cidade e foram impedidos de chegar no primeiro momento à agência do Banco do Brasil, no centro de Bacabal. Eles imprimiram a força do armamento pesado, explodiram caixas eletrônicos e fizeram vários reféns, inclusive militares, segundo informações ao blog. Os militares também foram vítimas de emboscada.
Os policiais receberam uma ocorrência e foram até próximo ao Motel Arco-Íris, onde foram emboscado. A explosão da VTR causou uma enorme barulho e foi ouvido por várias pessoas. Informações preliminares dão de conta de que os bandidos estão com a cidade sob domínio, inclusive teria sequestrado militares, mas reforços de outros municípios mais próximos já estão chegando em Bacabal. Os bandidos usaram três Hilux.
Ouça o áudio de um policial:
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Os celulares nos quais o WhatsApp não funcionará mais em 2017

Se você usa o WhatsApp, mas não costuma atualizar com frequência o sistema operacional do seu celular, é bom fazer isso logo: em 2017 o aplicativo de mensagens instantâneas vai parar de funcionar em vários sistemas antigos. O aplicativo anunciou que quer se dedicar "às plataformas de telefones móveis usadas pela grande maioria das pessoas".
Atualmente, o WhatsApp é usado por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. Com a chegada do novo ano, porém, deixou de ser compatível com as plataformas Android 2.1, Android 2.2, iPhone 3GS/iOS 6 e Windows Phone 7. Já os sistemas operacionais BlackBerry, BlackBerry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60 só vão continuar sendo compatíveis com o aplicativo até o dia 30 de junho de 2017.

Quando o WhatsApp surgiu, em 2009, 70% dos celulares vendidos eram Blackberry ou Nokia. Mas esse quadro mudou com o passar dos anos (Crédito: Reprodução)
Quando o WhatsApp surgiu, em 2009, 70% dos celulares vendidos eram Blackberry ou Nokia. Mas esse quadro mudou com o passar dos anos (Crédito: Reprodução)
De olho no futuro
"Estas plataformas foram muito importantes na nossa história, mas já não têm a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro", explicou o WhatsApp em fevereiro do ano passado, quando fez o primeiro anúncio da mudança.
"Se você tem algum dos celulares com os sistemas citados, sugerimos que compre um modelo Android, iPhone ou Windows Phone mais recente antes que 2016 termine, para que possa continuar usando o WhatsApp", foi a recomendação feita à época.
O aplicativo lembrou que quando surgiu, em 2009, "cerca de 70% dos smartphones vendidos tinham sistemas operacionais do BlackBerry e da Nokia". Mas hoje os sistemas oferecidos por Google, Apple e Microsoft representam 99,5% das vendas do setor e a maioria dos sistemas operacionais que vai perder o WhatsApp já não é instalada em novos telefones nem atualizada pelas suas companhias.
Fonte: Com informações da BBC

Por que milhares de pessoas receberão salários sem trabalhar em 2017

Imagine ganhar um salário todo mês sem precisar trabalhar?
O sonho de muitas pessoas está para se tornar realidade em alguns países do mundo, que discutem implementar, cada um a seu modo, variações da chamada Renda Básica Universal (RBU).
Por esse sistema, cada cidadão recebe uma quantia fixa por mês determinada pelo Estado, independentemente de trabalhar ou não.
A Finlândia, por exemplo, começa a conduzir, neste mês, um programa piloto com 2.000 finlandeses pelo qual cada um deles vai ganhar 560 euros (R$ 1.918) mensais.
No Brasil, uma lei instituindo a 'renda básica de cidadania', de autoria do ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi aprovada em 2004, mas nunca foi regulamentada.
Governos de vários países vêm discutindo a possibilidade de implementar uma renda básica para todos os cidadãos. Confira aqui algumas experiências ao redor do mundo.

América do Norte

  • Canadá
A partir de março, a província de Ontário, no Canadá, dará início a um projeto piloto de renda mínima a todos os cidadãos, estando eles empregados ou não.
O custo do programa chega a US$ 18 milhões (R$ 58,6 milhões).
O país já havia sido palco de um dos maiores e mais ambiciosos experimentos de renda mínima na América do Norte, quando, em 1974, os 10 mil habitantes de uma pequena cidade agrícola chamada Dauphin receberam valores mensais sem contrapartidas.
O projeto não durou os quatro anos inicialmente planejados, mas a conclusão foi de que o resultado foi promissor.
  • Estados Unidos
Desde 1982, o Estado americano do Alasca paga a cada um de seus 700 mil habitantes uma espécie de RBU conhecida como Alaska Permanent Fund Dividend (Dividendo do Fundo Permanente do Alasca, em tradução livre).
O dinheiro vem dos rendimentos proporcionados por um fundo que investe os royalties do petróleo recebidos pelo Estado.
O valor varia a cada ano. Em 2016, foi de US$ 1.022 (R$ 3.320).

Europa

  • Finlândia
O programa piloto para implantar uma renda mínima universal começa a ser testado a partir deste ano.
Em princípio, 2.000 finlandeses escolhidos aleatoriamente vão receber cada um 560 euros (R$ 1.918) mensais.
Considerado como o novo modelo de previdência social dos anos 2020, o rendimento básico será livre de impostos e substituiria, no futuro, todos os auxílios sociais atualmente oferecidos pelo Estado por um único benefício, distribuído igualmente para todos.
O plano é testar o experimento neste ano e no próximo e fazer uma avaliação dos resultados em 2019.
O programa pioneiro --já que não existe, atualmente, nenhum sistema puro de renda mínima universal em nenhum lugar do mundo-- tem o apoio de 70% da população finlandesa.
  • Alemanha
O Parlamento alemão concluiu que a RBU é "irrealizável" por um número de razões que inclui um provável aumento da imigração, a falta de viabilidade para financiá-lo e o fato de que os sistemas previdenciário e tributário do país teriam de ser reconfigurados.
  • Holanda
Assim como na Finlândia, a Holanda dá início neste mês a um experimento de dois anos pelo qual 300 moradores de Utrecht e de outras cidades próximas receberão de 900 euros (R$ 3.079) a 1,3 mil euros (R$ 4.447) por mês.
Desse grupo, 50 pessoas vão receber a renda básica sem qualquer tipo de regulamentação. Ou seja, se encontrarem um emprego ou obtiverem qualquer outra fonte de renda, poderão somar os dois rendimentos.
O experimento chama-se Weten Wat Werkt ("Saber o que funciona", em tradução livre).
  • Suíça
Em junho do ano passado, eleitores suíços foram às urnas votar em um referendo sobre a implementação de uma renda mínima garantida a todos os habitantes do país, mesmo àqueles que não trabalhassem.
A proposta acabou rejeitada pela ampla maioria da população.
O projeto previa estabelecer o pagamento de um salário de 2,5 mil francos suíços (cerca de R$ 9 mil) por adulto e 625 francos (R$ 2.350) por cada menor de 18 anos.

Índia

O Banco Mundial estima que, devido à evolução da tecnologia, a automatização pode cortar 68% dos empregos na Índia.
Por causa disso, o Instituto Nacional de Finanças Públicas e Política do país está defendendo a ideia de implementar a RBU como um substituto do sistema de bem estar social, que muitos consideram ineficiente e acusam de beneficiar os mais ricos em vez dos mais pobres.

Brasil

Apesar de aprovada e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2004, a lei que institui a 'renda básica de cidadania' nunca foi regularizada --um dos passos necessários para sua implementação.
Seu principal articulador foi o ex-senador e atual vereador Eduardo Suplicy (PT-SP). O petista dedicou boa parte de sua vida política ao projeto.
De acordo com a lei, todos os brasileiros e estrangeiros que moram há pelo menos cinco anos no Brasil devem receber um benefício monetário suficiente para atender às despesas mínimas com alimentação, educação e saúde.
Suplicy diz considerar que o programa Bolsa Família é um dos meios para alcançar tal objetivo.

A polêmica

O conceito de uma renda básica universal vem sendo tema de discussão entre filósofos, economistas e políticos durante séculos, sempre cercado de muita polêmica.
Um dos fundadores dos Estados Unidos, o economista britânico Thomas Paine, propôs --em um ensaio chamado Justiça Agrária, de 1797-- a tributação de grandes propriedades fundiárias, de modo que cada indivíduo recebesse uma "subvenção de capital" que lhe permitiria "fugir à indigência e exercer os direitos declarados universais".
Já em 1853 o filósofo francês François Huet defendia tais transferências de renda sem contrapartidas para todos os jovens adultos, que seriam financiadas por impostos sobre heranças e doações.
Mais recentemente, economistas de renome, como o americano Joseph Stiglitz e o francês Thomas Piketty, engrossaram o coro pela aprovação de uma renda mínima universal.
Os partidários do sistema garantem que o benefício reduziria a desigualdade, ajudaria os desempregados e quem se dedica a cuidar de familiares sem ser remunerados, e equilibraria o aumento da automatização do trabalho.
Por outro lado, seus críticos afirmam que o pagamento regular feito pelo Estado desencorajaria as pessoas a trabalhar e, assim, prejudicaria a economia, fomentando a pobreza.
Mas segundo um estudo publicado em 2011 por Evelyn L. Forget, professora de Economia da Universidade de Manitoba (Canadá), o pagamento de uma renda básica a todos os cidadãos de Dauphin, durante o experimento conduzido na década de 70, reduziu a pobreza e amenizou vários outros problemas socioeconômicos.
Paralelamente, em vários países do mundo, incluindo muitos latino-americanos, há movimentos que pressionam com mais ou menos sucesso para que os salários mínimos se tornem salários dignos.
"A criação do salário mínimo foi uma tentativa de criar um nível básico de ingresso", diz Linda Yueh, professora adjunta de Economia na London Business School, na Inglaterra.
"A renda básica universal e o salário mínimo digno são ideias similares, mas a renda básica vai mais longe pois trata de assegurar que todo mundo tenha um nível mínimo de rendimento para poder viver", acrescenta ela.

ATÉ EM LANCHONETE: FINLÂNDIA QUER AUMENTAR TURISMO COM SAUNAS PÚBLICAS

Brejo Notícias Voltou

Após passarmos todo ano de 2016 sem postagem no nosso blog entramos 2017 com postagens nas mais diversas areas para manter nossos leitores sempre muito bem informados!

Alerta! A terra pode voltar a tremer nas próximas horas no Maranhão


O professor de geografia física da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Luis Jorge Dias, fez um alerta sobre futuros tremores de terra no Maranhão, em Vargem Grande e cidades vizinhas.
Na manhã desta terça-feira (03), o Estado foi surpreendido por um forte abalo sísmico de 4,6 graus na escala Richter. O epicentro do terremoto foi registrado em Belágua.
Segundo o professor, o que aconteceu em São Luís foi um tremor de acomodação, ou seja, as rochas estão saturadas do peso que elas suportam do solo para baixo. E isso é muito comum em áreas sedimentadas, como é no Maranhão.
Luis Jorge afirmou, ainda, que a maior parte da zona costeira maranhense tem falhas geológicas, por isso os abalos foram sentidos pelos moradores.
O professor de geografia física alertou, também, que poderá ter novos abalos secundários em decorrência do abaixamento da superfície. Isso deverá acontecer nos próximos dias. “Nós temos que ficar em alerta. É bom e interessante, inclusive, que as autoridades competentes, a exemplo do CREA, Defesa Civil, comecem a observar o que está acontecendo em determinados prédios, sobretudo em construção para ver se não comprometeu a questão mesmo das vigas, pilastras, de toda a sua estrutura, e aqueles que já estejam construídos, é interessante verificar o que foi afetado.”, destacou Luis Jorge.